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FRANCISCO SOUTO NETO no ano de 1995, através de antigos recortes de velhos jornais (e de um monte de fotografias).

17 de fevereiro de 2013

O ANO DE 1995

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Francisco Souto Neto em 1995, navegando no Oceano Glacial Ártico.

Francisco Souto Neto em 1995, navegando no Oceano Glacial Ártico.

O primeiro ano do Governo Lerner transcorreu decepcionante para quem tinha esperanças por atenção às causas culturais. Eu era admirador do ex-prefeito Jaime Lerner, e não queria acreditar que, agora governador, Lerner desamparasse a cultura (aos poucos, minha antiga admiração se transformaria em decepção, e depois, com os escândalos que aconteceram no governo, a decepção transformou-se em indignação e oposição aos desmandos). Eu estava aposentado há quatro anos. O ano avançava, e minha sucessora no cargo de Assessor para Assuntos de Cultura da Presidência do Banestado, Vera Marques, não conseguia apresentar-se ao novo presidente, Fayet, que se recusava a recebê-la, provavelmente por motivos políticos, talvez sobretudo por ser ela prima de dois ex-governadores do Paraná, Bento Munhoz da Rocha Neto e Ney Braga. Decepcionada, Vera Marques solicitou exoneração do cargo e apresentou seu pedido de aposentadoria. Em três sucessivas colunas “Expressão & Arte” (que abrem, abaixo, a pequena coleção de recortes deste ano), alertei para o descaso da presidência do Banestado em relação ao “Programa de Cultura” daquela empresa, por mim institucionalizado desde a década de 80, que agora definhava e se desmantelava a olhos vistos.

A Assessoria Cultural da Telepar (da qual eu era Conselheiro) foi também dissolvida pelo novo presidente da companhia telefônica, Leôncio Rezende (da confiança do governador Lerner) sem sequer um ofício de agradecimento aos seus oito integrantes (Anita Zippin, Adherbal Fortes de Sá Júnior, Francisco Cunha Pereira Filho, Francisco Souto Neto, Lauro Grein Filho, Túlio Vargas, Valfrido Piloto e Wilson Bóia).

Entretanto, prossegui na nova diretoria da Sociedade de Amigos dos Museus, entidade então sob a presidência de Dino Almeida. Sua primeira presidente, Lylian Vargas, agora integrava o Conselho Consultivo da instituição. Aposentado desde 1991, eu viajava com frequência à Europa, e naquele 1995 fui conhecer o sol da meia-noite, no Círculo Polar Ártico, e também a Islândia, um país todo vulcânico. Ao retornar, pude dedicar-me com mais intensidade à minha coluna “Expressão & Arte”, agora ampliada para dois terços de página, no Jornal de Domingo, edição semanal e dominical do diário Indústria & Comércio. No ano seguinte, “Expressão & Arte” passaria a ocupar uma página inteira do jornal. Minha mãe, aos 84 anos, estava bem, saudável e participativa.

Ao contrário de todos os anos anteriores, não guardei todos os recortes de jornais que se referiram às minhas atividades sociais e culturais.  

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RECORTES:

Em azul são palavras de Souto Neto. Em preto são transcrições do que foi publicado. Em vermelho são os nomes das pessoas que aparecem nas fotos. Em verde são os números das ilustrações.

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A decadência do Programa de Cultura do Banestado (I)

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1ª ILUSTRAÇÃO ACIMA - Na edição de 17.4.1995 da coluna “Expressão & Arte” do Jornal Indústria & Comércio, publiquei o artigo “O estraçalhado Programa de Cultura do Banestado”, o primeiro de uma trilogia sobre o descaso da gestão Fayet (Governo Jaime Lerner) em relação ao Programa de Cultura do Banestado. Aparece na foto: Francisco Souto Neto.

O conteúdo dessa coluna poderá ser lido no seguinte link:

http://fsoutoneto.wordpress.com/2013/02/01/expressao-arte-por-francisco-souto-neto-curitiba-17-mar-1995/

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A decadência do Programa de Cultura do Banestado (II)

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2ª ILUSTRAÇÃO ACIMA - Na edição de 24.4.1995 da coluna “Expressão & Arte” do Jornal Indústria & Comércio, publiquei o artigo “Um depoimento e um alerta sobre o SBAI – Salão Banestadon de Artistas Inéditos”, o segundo de uma trilogia sobre o descaso da gestão Fayet (Governo Jaime Lerner) em relação ao Programa de Cultura do Banestado. Aparecem na foto: Clarissa Lagarrigue, Vera Marques (Vera Munhoz da Rocha Marques), Maria Cecília Araújo de Noronha, Carlos Antonio de Almeida Ferreira, Francisco Souto Neto.

O conteúdo dessa coluna poderá ser lido no seguinte link:

http://fsoutoneto.wordpress.com/2013/02/01/expressao-arte-por-francisco-souto-neto-curitiba-24-mar-1995/

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A decadência do Programa de Cultura do Banestado (III)

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3ª ILUSTRAÇÃO ACIMA - Na edição de 28 abr. a 1º mai. 1995 da coluna “Expressão & Arte” do Jornal Indústria & Comércio, publiquei o artigo “Museu Banestado, pálido 8º aniversário”, o terceiro de uma trilogia sobre o descaso da gestão Fayet (Governo Jaime Lerner) em relação ao Programa de Cultura do Banestado. Aparecem na foto: Nicolau Elias Abagge, Francisco Souto Neto, Octacilio Ribeiro da Silva, Finardi.

O conteúdo dessa coluna poderá ser lido no seguinte link:

http://fsoutoneto.wordpress.com/2013/02/01/expressao-arte-por-francisco-souto-neto-curitiba-28-abr-a-1o-mai-1995/

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Expressão & Arte viaja ao topo do mundo

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4ª ILUSTRAÇÃO acima – Na edição de 15.5.1995 da coluna “Expressão & Arte” do Jornal Indústria & Comércio, Souto Neto anuncia a seus leitores que a sua coluna se ausentará do jornal por algum tempo, por motivo de viagem à Europa. Legenda da foto: “Rubens Faria Gonçalves e Francisco Souto Neto prestes a embarcar para o topo do mundo: o Cabo Norte, no Oceano Glacial Ártico”. Aparecem na foto: Rubens Faria Gonçalves e Francisco Souto Neto.

O conteúdo da referida coluna poderá ser encontrado no seguinte link:

http://fsoutoneto.wordpress.com/2013/02/01/expressao-arte-por-francisco-souto-neto-curitiba-1995/

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Expressão & Arte retorna do topo do mundo

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5ª ILUSTRAÇÃO acima – Na edição de 25.7.1995 da coluna “Expressão & Arte” do Jornal Indústria & Comércio, Souto Neto anuncia aos leitores do seu regresso ao Brasil e faz um relato sobre a viagem ao Cabo Norte e Islândia. Aparecem nas fotos: Rubens Faria Gonçalves e Francisco Souto Neto.

O conteúdo da referida coluna poderá ser encontrado no link abaixo, no qual foram incluídas 80 fotografias da viagem:

http://fsoutoneto.wordpress.com/2013/02/01/expressao-arte-por-francisco-souto-neto-curitiba-25-jul-1995/

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Reúne-se a Sociedade de Amigos dos Museus

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6ª ILUSTRAÇÃO acima – Na edição de 17 a 23.9.1995 da coluna “Expressão & Arte” no Jornal de Domingo, edição semanal e dominical do diário Jornal Indústria & Comércio, Souto Neto noticia a reunião da SAM – Sociedade de Amigos dos Museus. Aparecem na foto: Lylian Betty Tamplim Vargas, Dino Almeida, Nelson Ferri, Francisco Souto Neto, Moysés Paciornik.

O conteúdo da referida coluna poderá ser encontrado no seguinte link:

http://fsoutoneto.wordpress.com/2013/02/07/2400/

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Anita Zippin escreve: “Viagens de Souto Neto”

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7ª ILUSTRAÇÃO acima – “Hora da ocorrência – O Correio da Hora de 19.9.1995”. Coluna “Hora da Anita Zippin”. Texto:

Viagens de Souto Neto

“Viajar é levar o corpo e o espírito para um mesmo passeio” (a autora).

Colunista paranaense que assina “Expressão & Arte” em jornal de Curitiba, Francisco Souto Neto, depois de muitos anos de amizade, mostra mais um dos seus dons, que gostaríamos de dividir com o leitor.

Em sua coluna semanal, Souto Neto passeia pelas artes, cultua o belo, faz críticas construtivas aos eventos do momento, bem como é o primeiro a dar as mãos aos artistas que recém mostram publicamente seus talentos, além de excelente profissional que serviu durante muitos anos o Banestado, criando na Marechal Deodoro 333 o Espaço Cultural que deu guarida para tantos artistas paranaenses.

Mas foi numa conversa informal com o escritor que soubemos de sua recente viagem à Europa, e daí recebemos cópia de 27 laudas do seu “diário de bordo” que encaminhou a um irmão, permitindo que aquelas palavras chegassem até nós, dando-nos a nítida impressão de que também viajávamos. São textos elaborados numa magia tal, que nos fez ir da emoção ao riso, como se estivéssemos a assistir a um filme de grande diretor e elenco magistral, com muitas estatuetas a premiar o trabalho.

Quando pensamos que estávamos pronta para contar determinadas passagens ao leitor, eis que fomos brindados por Souto Neto com o empréstimo dos álbuns de fotografias de números 85 e 86, todos minuciosamente datados, com detalhes dos locais, bem como com dados demográficos e pitorescos, fazendo com que nosso trajeto fosse enriquecido, embora não estivéssemos com Souto Neto e Rubens Faria Gonçalves no transatlântico Costa Allegra, tampouco os acompanhamos para ver o famoso “Sol da Meia-Noite”, onde durante seis meses a lua não aparece  sequer para enfeitiçar enamorados. Neste período o astro preferido dos poetas descansa para ficar de plantão noutros seis meses do ano num lugar chamado “O fim do Mundo”.

Com Souto e Rubens fomos à Suíça, Bélgica, Holanda, Islândia e Escócia. Com eles vestimos trajes de gala para cear com o capitão do transatlântico, como colocamos confortáveis agasalhos esportivos para percorrer as ruas das cidades, a observar pontos, museus, pontes, prefeituras, castelos, igrejas, parques, flores, neve, sol, cemitérios, crateras vulcânicas e tantos lugares que somente os privilegiados conseguem enxergar. Os demais apenas marcam presença!

Com eles paramos em monumento que homenageia a prostituta na Noruega quando as nossas são desprezadas, embora cumpram papel importante na sociedade.

Emocionamo-nos com as mãos em bronze a escalar o Matterhorn, uma homenagem no cemitério de Zermatt à memória daqueles que morreram escalando aquela montanha, bem como visitamos Anne Frank em Amsterdã em sua casa, local onde ela ficou presa com a família durante a guerra e ali escreveu o seu famoso diário.

Fomos ao fim do mundo, mas com os anfitriões tão simpáticos pensamos ser lá o começo, sempre a nos apontar os gêiseres que em islandês significa “fúria”, com boca enorme ou com apenas alguns centímetros, numa temperatura da água de 120 a 140 graus. Na Noruega estava a escultura da mãe e do filho, bem como o globo simbolizando o fim da Europa, servindo para reflexão nos seis meses de sol, esperando que nunca exista guerra capaz de transformar o ano em total escuridão.

Com eles nos divertimos dos sustos de viagem, especialmente quando os dois confessam ter se sentido como num liquidificador, quando uma tempestade os pegou em alto mar, bem como sentimos a tristeza de saber que os passageiros mais grosseiros do navio, dos quais foi chamada a atenção várias vezes pelos guias europeus, eram brasileiros.

Finalmente chegamos ao Brasil sem ter saído do escritório, sã e salva, com a leve impressão de que percorremos juntos aquele espaço de tempo bem aproveitado, desejando que os dois amigos possam viajar muitas e muitas vezes ao exterior e captar o que a maioria dos cidadãos não consegue ver.

De Souto Neto cobramos um livro de viagens; afinal, já está pronto!

Poderemos imaginar o que contêm os outros álbuns, bem como as curtas escritas. Só procurar uma editora que com certeza todos irão com a maneira simples e ao mesmo tempo, tão rica em detalhes.

Colocamos o amigo em desafio porque acreditamos em sua capacidade de bem elaborar edição de suas experiências no exterior, bem como gostaríamos de dividir com mais leitores a oportunidade ímpar que tivemos de acompanhar os passos de Souto Neto e Rubens Gonçalves em mais uma emocionante viagem à Europa.

Até à noite de autógrafos! A literatura brasileira merece ser enriquecida com aquele trabalho.

Francisco Souto Neto é alguém que passa pelo mundo e deixa caminhos de ouro cravejados com brilhantes, porque tem tudo a seus pés e nada pede, apenas estende a mão amiga, dá um sorriso e na humildade aparece um gigante que em muito honra a Terra dos Pinheirais.

Que honra comungar de sua amizade! Forever!!!

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Regina Benke na defesa do Salão Banestado de Artistas Inéditos

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8ª ILUSTRAÇÃO acima – Na edição de 24 a 30.9.1995 da coluna “Expressão & Arte” no Jornal de Domingo, edição semanal e dominical do diário Jornal Indústria & Comércio, Souto Neto informa a conclusão da tese de Regina Richartz Benke a favor do SBAI – Salão Banestado de Artistas Inéditos. Aparecem na foto: Edith Barbosa Souto, Francisco Souto Neto, Regina Benke.

O conteúdo da referida coluna poderá ser encontrado no seguinte link:

http://fsoutoneto.wordpress.com/2013/02/08/expressao-arte-por-francisco-souto-neto-curitiba-24-a-30-set-1995/

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Notícias de jornais

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9ª ILUSTRAÇÃO acima – No recorte acima, ficou registrada apenas a data da edição (9.10.1995) mas, infelizmente, faltam a anotação do nome do jornal e do autor da coluna. Diz o texto: “Está dando o que falar o artigo assinado por F. Souto Neto, sobre Regina Benke e o Salão Banestado de Artistas Inéditos (SBAI). Aliás, é incontestável a importância do SBAI, que foi até indicado em tese defendida pela própria Regina”.

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Notícias de jornais

Carta de Souto Neto para Calil Simão.

Carta de Souto Neto para Calil Simão.

10ª ILUSTRAÇÃO acima  -  Carta de Souto Neto destinada a Calil Simão, publicada no Jornal Indústria & Comércio de 7.11.1995, no espaço do colunista Simão.

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Notícias de jornais

Presentes no Espaço Cultural IBM Regina Cury, Souto Neto e Wilma Barsotti.

Presentes no Espaço Cultural IBM Regina Cury, Souto Neto e Wilma Barsotti.

11ª ILUSTRAÇÃO acima – Coluna de Alcy Ramalho Filho– Jornal Gazeta do Povo de 24.9.1995. Caderno G, 7ª página. Legenda: Presentes no Espaço Cultural IBM Regina Cury, Souto Neto e Wilma Barsotti. Aparecem na foto: Regina Cury, Francisco Souto Neto, Wilma Barsotti.

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Notícias de jornais

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12ª ILUSTRAÇÃO acima – Coluna de Iza Zilli – Jornal do Estado de 22.8.1995. Legenda: Silmara Küster, F. Souto Neto – crítico de arte que apresenta o Grupo Curitibarte – e Mirna. Aparecem na foto: Silmara Küster, Francisco Souto Neto, Mirna Marise P. Oliveira. Texto: “No Espaço Cultural IBM – Palacete Leão Júnior segue até o dia 1º de setembro da primeira mostra do Grupo Curitibarte, constituído de sete artistas. O crítico de arte Francisco Souto Neto apresenta as mulheres artistas Dorothéa Braga, Ieda Coelho, Lúcia Sandrini, Regina Cury, Mirna, Silmara Küster e Wilma Barsotti, detendo-se sobre a obra de cada uma em sua técnica e temática. Vale conferir. Alice Varajão fotografou”.

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Nicolau

Nicolau nº 57.

Nicolau nº 57.

13ª ILUSTRAÇÃO – Convidado por Regina Benitez para escrever para o “Nicolau”, jornal de cultura da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, um texto destinado a uma edição especial sobre cinema, Francisco Souto Neto escreve para a edição Ano IX – Nº 57, o artigo “Uma obra-prima quase desconhecida”. Acima, a capa do Nicolau nº 57 (desenho de Poty).

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Nicolau

Os autores do Nicolau nº 57.

Os autores do Nicolau nº 57.

14ª ILUSTRAÇÃO – No rodapé da capa do “Nicolau”, a relação dos autores convidados para a edição especial: Poty, Helena Kolody, Eduardo Rocha Virmond, Washington Novaes, Lygia Lopes dos Santos, Orlando Senna, Ali Chaim, Hélio Nascimento, José Paulo Paes, Bebéti do Amaral Gurgel, Carlos Eduardo Lourenço Jorge, F. Souto Neto, Osman Lins, Isaac Antônio Camargo, Glória Kirinus, Carlos Drummond de Andrade, Artur Eduardo Benevides, Alfredo Garcia, Berenice Mendes, Ivo Stigger, Stela de Resende, Walton S. Wysocki, Frank O’Hara, Roberto Figurelli, Lélio Sotto Maior Jr., Eloí Calage, José J. Veiga, Sylvio Back, Liana de Camargo Leão, Sérgio Telles, Julieta de Godoy Ladeira, Willy Schumann, Werner Schumann, Lenilde Freitas, Celina Alvetti, Nireu Teixeira.

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Nicolau

Uma obra-prima quase desconhecida: "A Casa Assassinada", de Paulo César Sarraceni. (Francisco Souto Neto)

“Uma obra-prima quase desconhecida: A Casa Assassinada”, de Paulo César Sarraceni. (Francisco Souto Neto)

15ª ILUSTRAÇÃO acima – O texto de Francisco Souto Neto para o “Nicolau” nº 57:

Uma obra-prima quase desconhecida: “A Casa Assassinada”, de Paulo César Sarraceni

Francisco Souto Neto

Filmes a que tenhamos visto uma única vez, há mais de vinte anos, geralmente caem no nosso esquecimento. Mesmo que eventualmente se trate de uma obra-prima da cinematografia, é natural que à nossa memória aflorem somente algumas sequências, restando-nos mais a sensação da essência do filme, do que as imagens propriamente ditas. Além disso, em mais de vinte anos, o que nos parecia uma obra-prima poderá mudar em nosso conceito, ou porque envelhecemos e nos tornamos mais exigentes, ou porque o filme não era atemporal, e perdeu mesmo a importância que lhe poderíamos um dia ter atribuído.

Mas se nestas circunstâncias, sequências inteiras continuem aflorando à nossa memória, e se somos capazes de mentalmente reconstituir o filme, é porque, com certeza, não se trata de uma obra cinematográfica sem importância.

Sob esse aspecto, traçarei algumas considerações a respeito do que me pareceu, à época, uma obra-prima do cinema brasileiro, hoje quase desconhecida: “A Casa Assassinada”, de 1971, direção de Paulo César Sarraceni, baseada no livro “Crônica da Casa Assassinada”, do romancista Lúcio Cardoso.

Antes de considerar o filme de Sarraceni, parece-me oportuno observar que o autor do livro, Lúcio Cardoso, nascido em Curvelo, MG, foi um dos mais importantes escritores do seu tempo e considerado pelos críticos a figura-chave do processo de evolução literária no Brasil a partir de Guimarães Rosa e Clarice Lispector. “Crônica da Casa Assassinada” foi publicado em 1959. Em 1962 Lúcio Cardoso sofreu um derrame cerebral que o incapacitou para o ato de escrever. A partir daí, apesar da dificuldade com o movimento das mãos, começou a pintar. Durante os anos seguintes, até seu falecimento em 1968, sua pintura tornou-se admirável num crescendo, tendo sido Lúcio Cardoso considerado pela crítica como um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil. Ele foi, portanto, um homem de múltiplos talentos.

Levar “Crônica da Casa Assassinada” ao cinema foi o desafio proposto por Sarraceni, um dos mais competentes diretores cinematográficos neste país. Ele simplificou título do livro para “A Casa Assassinada” e chamou Norma Benguell, no auge da sua beleza, para o papel principal de Nina, Isabel Ribeiro para viver a criada Betty e Carlos Kroeber para o papel do patético Timóteo. Os outros atores e respectivos personagens ficaram emaranhados, infelizmente, nos recônditos da minha memória.

A personagem de Norma Benguell, Nina, é uma mulher forte, carismática e extraordinariamente bela que, no entando, é minada pelo câncer e caminha para um doloroso desenlace. A personagem de Isabel Ribeiro, Betty, odeia a beleza e o vigor da sua patroa. É inesquecível a cena em que a criada descobre, pelos lençóis sangrentos e purulentos de Nina, que esta caminha para a morte: Betty envolve-se com os lençóis manchados e dança em êxtase, agradecendo a Deus pela doença da patroa e oponente. Carlos Kroeber faz o estranho Timóteo que, quando morre Nina, chega à sala do velório deitado numa rede levada por empregados negros. Ele lança violetas, bate palmas para que a rede desça, arregaça o longo vestido que usa, levanta-se com os pés nus e avança pela sala com seus colares, brincos, pulseiras e maquilagem deformante. Grotesco, esparge violetas sobre o corpo de Nina, esbofeteia o rosto do cadáver, rodopia com seu pesado vestido e, com as pulseiras de safiras e diamantes, brincos de ouro e rubi, pérolas e opacas, desaba ao solo com seu corpo imenso, qual um vitral estilhaçado.

Na minha memória, o filme está como que em peças isoladas de um fascinante mosaico. No ano de 1973 ele concorreu a diversos prêmios e categorias. Um desses prêmios foi conquistado por Carlos Kroeber, que recebeu o Kikito de Ouro do Festival de Cinema de Gramado, como o melhor ator do ano no Brasil.

Carlos Kroeber com Francisco Souto Neto (este, com seu chihuahua Quincas Little Poncho).

O ator Carlos Kroeber com Francisco Souto Neto (este, com seu chihuahua Quincas Little Poncho).

Anos depois, precisamente em 1981, conversando com Carlos Kroeber, (que, entre outros extraordinários trabalhos, fez o Coronel Aureliano, “partner” de Jeanne Moreau no filme “Joana Francesa” de Cacá Diegues), contei-lhe que gostaria de rever “A Casa Assassinada”. Naquela ocasião o ator disse-me que o filme tinha sido vendido para o Exterior, possivelmente à Itália, e que nenhum negativo ficara no Brasil. E que talvez jamais voltaríamos a ver aquela película.

Ao saber da possibilidade da sua perda, veio-me a imagem das telas calcinadas durante o incêndio que destruiu o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. O fim de uma obra de arte, seja ela de imagens fixas (como uma tela pintada) ou móveis (um filme), provoca sempre a mesma dor e a mesma tristeza.

Carlos Kroeber na biblioteca de Francisco Souto Neto, conversando sobre o filme "A Casa Assassinada" e a respeito do livro "Crônica da Casa Assassinada",.

Carlos Kroeber na biblioteca de Francisco Souto Neto, conversando sobre o filme “A Casa Assassinada” e a respeito do livro “Crônica da Casa Assassinada”.

Desde então, portanto há 14 anos, inconformado com o desaparecimento do filme, penso em encontrar um meio para resgatar “A Casa Assassinada” de Sarraceni, já que se trata, como na época acreditei tratar-se, da obra de arte de um diretor de reconhecidos méritos, que na ocasião arrebatou aplausos da crítica e conquistou prêmios oficiais.

Hoje, neste tempo em que o vídeo VHS ampliou quase ao infinito as possibilidades de preservação das imagens do cinema, por que não se tentar descobrir se há, em outros países, cópias do filme em celuloide ou em vídeo, ainda que sob outro título? E no Brasil não teria restado mesmo nenhuma cópia, talvez esquecida em armários empoeirados ou gavetas fechadas?

Aqui, onde a fome é ainda um megaproblema, e as preocupações convergem, como de fato tem que ser, para a deficiência da saúde pública, o provável desaparecimento de um filme de arte pouco representa, exceto para nós, cinéfilos. Ainda assim, é preciso que nos manifestemos e reclamemos para que, no nosso pobre país, se dê à Memória a importância que também esta requer. Quiçá este artigo, veiculado em publicação tão adequada quanto esta, possa alcançar aqueles que conseguirão pinçar o fio da meada, em celuloide ou vídeo, de um filme que marcou época no Brasil.

F. Souto Neto é advogado, jornalista e critico de arte.

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Expressão & Arte e o cartão de Natal de Souto Neto em 1995

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16ª ILUSTRAÇÃO acima – Na edição de 7 a 13.12.1995, da coluna “Expressão & Arte” no Jornal de Domingo, edição semanal e dominical do diário Jornal Indústria & Comércio, Souto Neto se despede do ano em mensagem natalina a seus leitores. Aparecem na foto: Edith Barbosa Souto e Francisco Souto Neto. O conteúdo da referida coluna poderá ser encontrado no link abaixo:

http://fsoutoneto.wordpress.com/2013/02/16/expressao-arte-por-francisco-souto-neto-curitiba-7-a-13-dez-1995-obs-esta-edicao-circulou-com-data-erradissima-como-se-fosse-7-a-13-dez-1996-o-ano-era-realmente-1995-edicao-provavelment/

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O cartão de Natal de Souto Neto

“Acima, a tradicional criatividade de Souto Neto com sua mãe Edith e homenagem a Dürer”.

“Acima, a tradicional criatividade de Souto Neto com sua mãe Edith e homenagem a Dürer”.

17ª ILUSTRAÇÃO acima – Na edição de Natal de 1995, Ivens Fontoura, na sua coluna DESIGNDESIGNER de O Estado do Paraná, publica o cartão natalino de Souto Neto com a legenda: “Acima, a tradicional criatividade de Souto Neto com sua mãe Edith e homenagem a Dürer”. Aparecem na foto: Edith Barbosa Souto e Francisco Souto Neto.

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O cartão de Natal de Souto Neto

A "Criatividade natalina" de Francisco Souto Neto, nas palavras de Vanderlei Simão, jornalista do Brainstorming.

A “Criatividade natalina” de Francisco Souto Neto, nas palavras de Vanderlei Simão, jornalista do Brainstorming.

18ª ILUSTRAÇÃO acima – Na edição nº 3, ano II, do jornal de cultura Brainstorming  (de Andréa Deren Destefani), o jornalista Vanderlei Simão publicou em sua coluna “Linha aberta”, a matéria que se lê abaixo, sobre o cartão de Natal de Francisco Souto Neto, a matéria “Criatividade Natalina”, que pode ser lida a seguir:

CRIATIVIDADE NATALINA

Vanderlei Simão

O saudoso Aramis Millarch, no “Tabloide” de 24.12.1988, ao eleger o cartão de Natal de Francisco Souto Neto como o melhor do ano, dizia: “O personalíssimo cartão de Natal de Souto Neto é um ‘collector iten’ com sua tiragem de apenas 100 cópias”. Na página “DesignDesigner”, edição de O Estado do Paraná de 30.12.1990, Ivens Fontoura apontou “as melhores edições de design em 1990” reproduzindo alguns dos cartões de Natal da autoria de Souto Neto, colecionados ao longo de alguns anos, dizendo: “Desde o Natal de 1987, algumas pessoas têm tido o privilégio de receber cartões de Natal de Francisco Souto Neto feitos com originalidade e bom design gráfico”.

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Em dezembro, sempre alguns jornalistas reproduzem nas suas colunas os cartões natalinos do advogado e jornalista Souto Neto. Neste Natal é o Brainstorming que sai à frente dos demais, mostrando o cartão pelo qual os colecionadores esperam. Souto, que é também crítico de arte com coluna no Jornal de Domingo, do Indústria & Comércio, fez uma composição sobre os tons dourados do tríptico de Dürer “Retábulo Paumgartner”, óleo sobre madeira do ano de 1503, acervo da Alte Pinakothek de Munique, Alemanha. Na cena central do tríptico surgem Souto Neto e sua mãe, dona Edith, oferecendo um presente de Natal.

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Brainstorming de dezembro de 1995.

Brainstorming de dezembro de 1995.

19ª ILUSTRAÇÃO acima – Esta é a capa (da autoria de Carlos Morevi) do Brainstorming de dezembro de 1995, da propriedade de Andréa Deren Destefani, com a matéria de Vanderlei Simão, sobre o cartão de Natal de Souto Neto, constante da 17ª ILUSTRAÇÃO.

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ADIANTE, ALGUMAS FOTOS QUE MARCARAM O ANO DE 1995 PARA FRANCISCO SOUTO NETO:

(OBS.: As fotografias estão colocadas em ordem cronológica. Legendas em vermelho.)

 

Foto 1:

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Souto e sua mãe no primeiro dia de 1995.

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Foto 2:

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Edith Barbosa Souto (ao centro) recebe em Curitiba as suas cunhadas Iraty Souto Emílio e Cecy Souto de França. Foto na praça (jardinete) Deputado Homero Silva (cunhado das três).

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Foto 3:

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Em frente à residência de Souto, tanques comemoram os 50 anos do fim da Segunda Guerra Mundial.

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Foto 4:

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Da janela do seu quarto, Edith Souto observa o movimento dos tanques do exército.

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Foto 5:

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Em maio e junho, Souto e Rubens fazem longa viagem à Europa, no seguinte roteiro: Suíça, Bélgica e Holanda. Depois, a partir de Amsterdã, cruzeiro a bordo do Costa Allegra (até ao Cabo Norte) abrangendo Noruega, Islândia e Escócia, retornando à Holanda.

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Foto 6:

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Souto Neto em Lucerna, Suíça. Ao fundo, a Kapellbrücke, a mais antiga ponte de madeira do mundo (do ano 1333). A torre, ao centro da ponte, foi usada como local para torturas.

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Foto 7:

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Rubens Gonçalves em Lucerna; ao fundo, outra ponte do século XIV (mais velha do que o Brasil).

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Foto 8:

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Rubens Gonçalves nos arredores de Grindelwald (Interlaken Region), Suíça.

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Foto 9:

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Francisco Souto Neto nas trilhas de Grindelwald (Suíça), tendo ao fundo o Wetterhorn, por ele apelidado de “Crista de Galo”.

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Foto 10:

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Francisco Souto Neto em Pfingsteg (Suíça), à beira do abismo, com a localidade de Grindelwald muito abaixo.

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Foto 11:

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Souto Neto nas neves de First (Suíça).

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Foto 12:

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Souto Neto e Rubens Gonçalves descendo pelas trilhas de Almend para Wengen.

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Foto 13:

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Rubens Faria Gonçalves no vale florido de Lauterbrunnen (Suíça).

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Foto 14:

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Francisco Souto Neto nas neves de Niesen Kulm (Suíça).

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Foto 15:

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Rubens Gonçalves em Spiez (Suíça).

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Foto 16:

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Rubens Gonçalves e Souto Neto descendo de Sunnega para Zermatt (Suíça).

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Foto 17:

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Souto Neto na recepção do Hotel Dom (Zermatt), onde há móveis idênticos aos seus (até na cor).

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Foto 18:

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Rubens no apartamento do Hotel Dom (Zermatt).

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Foto 19:

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Em Zermatt (Suíça), início do passeio a Furi, pelo Matterhornbahnen.

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Foto 20:

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Francisco Souto Neto e construção típica de Zermatt (Suíça).

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Foto 21:

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No cemitério de Zermatt, um monumento à memória daqueles que morreram escalando o Matterhorn.

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Foto 22:

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Francisco Souto Neto e casas típicas de Zermatt (Suíça). Ao fundo, o Matterhorn nevado.

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Foto 23:

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Sacada do apartamento no Hotel Dom em Zermatt (Suíça). Começa uma nevada.

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Foto 24:

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Pelo Glacier Express, viagem de Zermatt (Suíça) e Bruxelas (Bélgica).

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Foto 25:

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Francisco Souto Neto em Bruxelas (Bélgica) e a fonte Manneken Piss.

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Foto 26:

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Rubens Faria Gonçalves em rua gastronômica de Bruxelas (Bélgica).

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Foto 27:

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Souto Neto em Bruges (Brugge), Bélgica.

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Foto 28:

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Rubens na ponte de Bruges (Bélgica).

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Foto 29:

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Souto em canal de Bruges (Bélgica).

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Foto 30:

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Souto em Bruges (Bélgica). À esquerda, o Palácio Provincial, e à direita o Atalaia (século XIII).

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Foto 31:

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Em Amsterdã, Francisco Souto Neto e Rubens Faria Gonçalves embarcam num cruzeiro de duas semanas rumo ao Cabo Norte (Noruega), Islândia e Escócia (Grá-Bretanha).

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Foto 32:

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Souto e Rubens entrando na suíte 7004 do Costa Allegra, que ocuparam durante duas semanas, navegando pelo Mar do Norte, Mar na Noruega (Oceano Atlântico) e pelo Oceano Glacial Ártico.

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Foto 33:

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No primeiro porto de parada, Trodheim (Noruega), Francisco Souto Neto conhece o belíssimo cemitério da cidade, todo florido.

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Foto 34:

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Rubens Faria Gonçalves andando pelo cemitério de Trondheim (Noruega).

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Foto 35:

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Rubens filmando a famosa ponte vermelha de Trondheim, sobre o Rio Nid.

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Foto 36:

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Próximo porto norueguês foi Bodo, de onde fez-se uma excursão a Kjerringoy, que no fim do século XVIII era o último porto seguro para os pescadores, antes do Oceano Ártico. A casa atrás de Francisco Souto Neto, de Kjerringoy. é de 1800.

Foto 37:

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A próxima cidade visitada pelo Costa Allegra é Hammerfest, uma das localidades mais ao norte do mundo, dentro do Círculo Polar Ártico, onde está Rubens Gonçalves. A chuva, felizmente, foi rápida.

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Foto 38:

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Francisco Souto Neto toca o solo de Hammerfest (Noruega), pedregoso, cheio de rochas coloridas e muito musgo.

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Foto 39:

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Souto Neto num dos marcos da cidade de Hammerfest, Noruega.

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Foto 40:

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Após Honningsvag, um comboio de ônibus levam os passageiros do navio ao Cabo Norte (North Cape). O grande globo, atrás de Francisco Souto Neto, marca o promontório onde termina a Europa continental.

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Foto 41:

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Rubens Faria Gonçalves à meia-noite no Cabo Norte, sob o sol da meia-noite, ao lado da estátua que existe no local.

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Foto 42:

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De volta ao Costa Allegra, agora navegando entre Honningsvag (Noruega) e Akureyri (Islândia), no convés às 23 horas e 55 minutos, Francisco Souto Neto olha de frente para o sol horizontal da meia-noite.

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Foto 43:

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Rubens Faria Gonçalves no convés do Costa Allegra, observando a chegada a Akureyri, Islândia.

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Foto 44:

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Na chegada de Francisco Souto Neto a Akureyri (Islândia), a estranheza das montanhas achatadas (à direita).

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Foto 45:

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Passeio a Laufás (Islândia), com suas casas-vegetais.

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Foto 46:

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Aldeia de Laufás (Islândia), uma granja do século XIX.

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Foto 47:

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Rubens Faria Gonçalves na Cascata dos Deuses, com sua praia de neve (Islândia).

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Foto 48:

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Rubens Faria Gonçalves na borda do vulcão Kerid (hoje adormecido, com um lago na cratera).

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Foto 49:

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Francisco Souto Neto (de amarelo) acena da borda do vulcão adormecido Kerid, em cuja cratera existe hoje um lago (Islândia – Iceland).

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Foto 50:

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Rubens Faria Gonçalves na localidade de Geysir (Islândia), no momento em que o gêiser Stokkur entra em erupção.

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Foto 51:

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Francisco Souto Neto na localidade de Geysir (Islândia), no momento em que o gêiser Stokkur entra novamente em erupção.

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Foto 52:

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Souto Neto na Cascata Dourada (Islândia).

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Foto 53:

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Rubens Gonçalves em Thingvellir, um dos mais fascinantes locais de toda a Islândia. Maiores detalhes sobre Thingvellir poderão ser encontrados neste link:

 http://fsoutoneto.wordpress.com/2013/02/01/expressao-arte-por-francisco-souto-neto-curitiba-25-jul-1995/

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Foto 54:

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Rubens Faria Gonçalves e a arquitetura de Reykjavík, capital da Islândia.

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Foto 55:

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Francisco Souto Neto com a catedral de Reykjavík ao fundo (Islândia).

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Foto 56:

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Francisco Souto Neto de volta ao Costa Allegra, agora navegando entre Reyjavík (Islândia) e Lerwik (Ilhas Shetland, Escócia).

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Foto 57:

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Rubens Faria Gonçalves em Lerwick (Ilhas Shetland), Escócia. Em seguida, reembarcando, o Costa Allegra seguiu para Bergen.

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Foto 58:

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O Costa Allegra ruma novamente à Noruega, agora a cidade de Bergen.

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Foto 59:

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Rubens Gonçalves em Bergen (Noruega).

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Foto 60:

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Souto Neto no porto de Bergen (Noruega).

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Foto 61:

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Francisco Souto Neto passeando por Bergen (Noruega) antes de reembarcar no Costa Allegra com destino a Amsterdã.

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Foto 62:

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Última noite a bordo do Costa Allegra, rumo ao final do cruzeiro de duas semanas.

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Foto 63:

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Terminado o cruzeiro, Rubens Faria Gonçalves na Béguinage de Amsterdã (Holanda).

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Foto 64:

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Francisco Souto Neto despede-se da viagem à Europa, posando ao lado de um cartaz de Anne Frank em Amsterdã (Holanda).

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Foto 65:

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Retornando ao Brasil, Souto Neto e Dona Edith recebem as visitas de: Ivone Souto da Rosa, Rubens Faria Gonçalves e o casal Robert Jan Bowles e Regina Romano Bowles.

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Foto 66:

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Souto Neto e sua mãe Dona Edith recebem Dulci Col da Rosa e Ivone Souto da Rosa, e também Rossana Souto da Rosa e sua filha Marion Souto da Rosa Lemes.

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Foto 67:

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Francisco Souto Neto e sua sobrinha Marion Souto da Rosa Lemes.

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Foto 68:

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Em Nova York, em novembro, o casal Olímpio Souto (irmão de Francisco Souto Neto) e sua esposa Maria Aparecida D’Elboux Moreira Souto.

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Foto 69:

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Olímpio Souto fotografa Maria Aparecida no Kissena Park, de Nova York, em novembro outonal.

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Foto 70:

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Em dezembro, na Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, toma posse a nova diretoria da SAM – Sociedade dos Amigos dos Museus. À esquerda, Francisco Souto Neto falando na tribuna, seguido de: Dino Almeida (ex-presidente da SAM), Eduardo Rocha Virmond (Secretário da Cultura), Pedro Sampaio (novo presidente da SAM) e senhora, Lylian Betty Tamplim Vargas (conselheira da SAM) e um casal não identificado.

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Foto 71:

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Almoço de Natal. A partir da esquerda: Ivone Souto da Rosa, Rossana Souto da Rosa com a filha Marion Souto da Rosa Lemes, ao centro dona Edith Barbosa Souto, seguida de Regina Romano Bowles, Robert Jan Bowles e Dulci Col da Rosa.

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Foto 72:

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Após o almoço de Natal… o melhor é sempre a sobremesa!

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Foto 73:

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Hora da distribuição dos presentes. Dona Edith Barbosa Souto observa sua bisneta Marion Souto da Rosa Lemes com o Papai Noel (que é Francisco Souto Neto).

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Foto 74:

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Papai Noel com Marion.

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Foto 75:

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Conselhos…

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Foto 76:

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O Papai Noel Francisco Souto Neto e sua sobrinha-neta Marion Souto da Rosa Lemes.

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Foto 77:

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Dona Edith Barbosa Souto e seu filho Francisco Souto Neto num dos estudos fotográficos (com a câmera automática de Souto Neto) para o seu cartão de Natal.

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Foto 78:

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O cartão de Natal pronto, feito artesanalmente por Souto Neto, que efetuou recortes com tesoura e colou as letrinhas brancas da marca Letraset. A obra de arte original é o tríptico “Retábulo Paumgartner”, de Albrecht Dürer (1471-1528).

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